Elucidações de Emmanuel
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por Francisco Cândido Xavier
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A máquina divina
Meu amigo,
O corpo físico é a máquina divina que
o Senhor nos empresta para a confecção de nossa felicidade na Terra.
Os vizinhos do bruto precipitam-na ao
sorvedouro da animalidade.
Os maus empregam-na criando o
sofrimento dos semelhantes.
Os egoístas valem-se dela para
esgotarem a taça de prazeres fictícios.
Os orgulhosos isolam-na sem proveito.
Os vaidosos cobrem-na de adornos
efêmeros para reclamarem o incenso da multidão.
Os intemperantes destroem-na.
Os levianos mobilizam-na para
menosprezar o tempo.
Os tolos usam-na inconsideradamente,
incentivando as sombras do mundo.
Os perversos movimentam-lhe as peças
na consecução de desordens e crimes.
Os viciados de todos os matizes
aproveitam-lhe o temporário concurso na manutenção da desventura de si
mesmos.
Os indisciplinados acionam-lhe os
valores estimulando o ruído inútil em atividades improdutivas.
O espírito prudente, todavia, recebe
essa máquina valiosa e sublime para tecer, através do próprio esforço, com os
fios da caridade e da fé, da verdade e da esperança, do amor e da sabedoria,
a túnica de sua felicidade para sempre na Vida Eterna.
Da obra
intitulada Nosso Livro, psicografada pelo médium Francisco
Cândido Xavier, publicado em 1950.
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Reflexão: Nos
dias atuais em que há um endeusamento de si mesmo, visando a exuberância
física, com os excessos musculares, com adornamentos metálicos e outros
materiais, com enfeites pictóricos, intervenções plásticas alteradoras da
estrutura original, entre outros fazeres excepcionais, quando a “máquina
divina” não pede nada disso.
O Espírito
Emmanuel, com a lucidez que lhe é característica, com visão que transcende os
limites da materialidade, mostra que o instrumento corporal tem outra
finalidade. “O corpo físico é a máquina divina que
o Senhor nos empresta para a confecção de nossa felicidade na Terra.” O Benfeitor diz que o Senhor empresta a Máquina Divina... Essa informação leva à meditação: Embora o
corpo sirva
exclusivamente a um indivíduo, ele não lhe pertence definitivamente. Poderá
sê-lo retirado a qualquer momento, restituindo-lhe à Natureza de onde veio,
desintegrando-se definitivamente para integrar outras construções orgânicas
ou não.
“...
empresta a máquina divina para a confecção da nossa felicidade na Terra.” Trata-se de equipamento fungível. O “Ser
pensante”, a Alma, precisa de tal máquina para sua vida temporária no mundo material na busca das experiências espirituais. Toda a alquimia com as coisas da Terra
é visando o aprimoramento da Alma, intelectual e moralmente.
Tudo o que
se valoriza intensamente no corpo implementa-se com as mesmas colorações no envoltório
da Alma, o que se denomina na Doutrina Espírita por perispírito, corpo sutil
que envolve o "Ser Pensante" - a Alma - e permanece após a morte do corpo físico. Com essa apresentação permanece-se durante a erraticidade (período entre a desencarnação e a próxima
reencarnação), com exceções e graduações próprias de cada situação.
“O Senhor nos empresta (o corpo
físico) para a confecção de nossa felicidade na Terra.” Há que se entender que o Mentor faz referência a felicidade que se
construirá na Alma, portanto, patrimônio infungível, terá continuidade após a
morte. Assim não limita a confecção de felicidade para gozo apenas enquanto
na vida material, mas para sempre. Dessa forma, transferir a condição de
usufruir felicidade com os elementos da matéria é pura ilusão, mesmo porque a
matéria nada poderá perceber, sendo o sentir um atributo da Alma.
A vida no
ambiente da Terra flui em dois planos, sendo o plano espiritual, a condição
primeira, -- pois de lá veio para lá retornará --; o plano no corpo físico é
uma viagem de oportunidades para aprendizado e aprimoramento da Alma. Numa análise mais profunda a Alma vive os
dois planos ao mesmo tempo, embora quem está na indumentária física não
perceba.
Emmanuel,
o Espírito benfeitor, faz correlação entre a condição moral e a
empregabilidade da máquina divina, que foi emprestada pela Divindade para a
confecção da felicidade, mas, o homem, pela Lei Natural tem o livre-arbítrio,
confecciona o sofrimento, para si, se não ocorre imediatamente virá no
futuro, e para os outros proporciona dificuldades, tornando para si dívidas a
serem sanadas em algum tempo. Abaixo tornamos aos registros do Benfeitor:
“Os vizinhos do bruto precipitam-na
ao sorvedouro da animalidade.
“Os maus empregam-na criando o
sofrimento dos semelhantes.
“Os egoístas valem-se dela para
esgotarem a taça de prazeres fictícios.
“Os orgulhosos isolam-na sem
proveito.
“Os vaidosos cobrem-na de adornos
efêmeros para reclamarem o incenso da multidão.
“Os intemperantes destroem-na.
“Os levianos mobilizam-na para
menosprezar o tempo.
“Os tolos usam-na inconsideradamente,
incentivando as sombras do mundo.
“Os perversos movimentam-lhe as peças
na consecução de desordens e crimes.
“Os viciados de todos os matizes
aproveitam-lhe o temporário concurso na manutenção da desventura de si
mesmos.
“Os indisciplinados acionam-lhe os
valores estimulando o ruído inútil em atividades improdutivas.”
Fechando o texto de orientação, Emmanuel, resumidamente fala de como bem utilizar a máquina divina e os resultados a se alcançar, que transcende os limites desta existência material e segue o caminho da eternidade:
“O espírito prudente, todavia, recebe
essa máquina valiosa e sublime para tecer, através do próprio esforço, com os
fios da caridade e da fé, da verdade e da esperança, do amor e da sabedoria,
a túnica de sua felicidade para sempre na Vida Eterna.”
Dorival da Silva
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quinta-feira, 14 de setembro de 2017
A máquina divina
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quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Amadurecimento espiritual
Amadurecimento espiritual
O
Espírito Humano, viajor no tempo que não tem fim, sendo de sua responsabilidade
a qualidade da viagem e o aproveitamento das possibilidades a seu favor.
A viagem terá mais ou menos dificuldades
de acordo com o estágio evolutivo. Poderá atrasar-se indefinidamente em
situação de sofrimento, perturbação, revolta...
Caberá a si mesmo a modificação do estado em que se encontrar.
A meta para todos é o estado de paz e
felicidade; essa conquista é pessoal.
Conquanto depender das relações coletivas, o desenvolvimento é
individual, o que quer dizer que o coletivo é o resultado das qualidades
individuais.
A existência de boa convivência familiar
configura melhores possibilidades em sociedade.
As experiências bem-sucedidas promovem a confiança e a segurança nas
ações de progresso. As experiências de
resultados negativos, se superadas as causas e as consequências, mostram que os
sofrimentos não compensam, apesar de serem lições, deixam suas marcas.
Prestar atenção na vida, o que
corresponde a meditar nas decisões e ações a serem encetadas no roteiro
existencial, favorece sobremaneira o amadurecimento espiritual, pois,
procura-se antever os resultados e as consequências.
Toda ação proporcionará resultado
positivo ou negativo, contra o próprio ou a outrem, ou a ambos, com consequências
que poderão se desdobrar em questões materiais e emocionais, quase sempre as vinculando.
Os problemas materiais podem ser
resolvidos facilmente se os reflexos emocionais permitirem. Assim os problemas
gerados pelas ações levadas a efeito com irresponsabilidade desdobram no campo
espiritual ligando os indivíduos pelo ressentimento, ódio, mágoa, desejo de
vingança...
Quando a ação é labor no bem, isto gera vibrações de alegria, de agradecimento, que perduram no tempo,
somando-se com outras de mesmo teor, formando um patrimônio sustentador da paz
e felicidade.
O amadurecimento espiritual não acontece
num átimo de tempo, nem numa ação fortuita. Essa estrutura espiritual é obra de
vivências, da compreensão da necessidade do equilíbrio, da temperança diante
das circunstâncias da vida, ponderações diante das próprias ações, como das dos
demais que rumam no caminho evolutivo.
O ninho familiar é o grande laboratório
de amadurecimento, para os que se acham na condição de filhos, como de pais. Na
família forma um caldo vivencial, conquanto entrelaçados os seus elementos,
permanecem individualizados, cada um acolhendo a experiência com os sentimentos
que lhe é possível, diante da elevação moral e intelectual que lhe é própria.
Nenhum dos componentes é perfeito, embora cada elemento se encontre num patamar
evolutivo único, apesar da proximidade evolutiva entre si.
O contributo da mensagem de Jesus amplia
em muito o amadurecimento espiritual, vez que traz entendimento para as
dificuldades que se deparam no correr da vida. Jesus faz a ligação entre a vida
material e a vida espiritual. Reporta-se aos sofrimentos e aflições da alma
humana nos contextos da existência, mas esclarece que há libertação dos males,
num novo contexto de vida, no campo espiritual.
Somente os rebeldes e os renitentes
permanecem em sofrimento até que se autorizem sinceramente à modificação do seu
estado, contornando o orgulho, o egoísmo... Aplicando na sua existência as
regras do bem-viver, respeitando a si mesmo e ao próximo.
A Doutrina Espírita que veio na condição
de “terceiro revelador”, dando complemento as revelações de Moisés e as de
Jesus, sendo promessa do próprio Cristo, vem dar mais luz ao entendimento
naquilo em que não pôde fazer, em conta as condições intelectuais e morais dos
homens de sua época.
Essa terceira revelação, o Espiritismo, demonstra
fatos relevantes para o aprimoramento do Espírito Humano, pois lança luz a
infinitas indagações, principalmente sobre a continuidade da vida após a morte
do corpo físico, aí, o codificador do espiritismo, Sr. Allan Kardec, faz, com a
ajuda dos Espíritos, um raio X do mundo espiritual. A Doutrina Espírita não é obra de uma pessoa, o
Sr. Kardec foi o organizador, na qualidade de pedagogo, oferecendo contribuição
da sua condição de homem culto e sábio de seu tempo, no entanto, é obra dos
Espíritos evoluídos, que no tempo determinado por Jesus, veio fazer fluir através
da Espiritualidade Maior, àquilo que já existia no Mundo, através das
religiões, dos profetas, das filosofias, das ciências, dos saberes populares,
no entanto estavam esparsos, sendo tudo juntado e organizado, formando uma Nova
Ciência, uma Nova Filosofia, com
consequências morais – Nova Religião, mas sem hierarquia, sem cerimônias, tendo
como fundo a religação do homem a Deus, pelos laços da inteligência, da fé racionada e da moral.
Todos os esforços para o amadurecimento
espiritual é aproximar-se de Deus, o que quer dizer, adentrar à plenitude da vida,
quando as influências materiais estarão vencidas.
Dorival da Silva
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Amai-vos
Amai-vos
“Não amemos de palavra, nem de língua, mas por
obras e em verdade.” - João. (I João, 3:18.)
Por norma de fraternidade pura e sincera,
recomenda a Palavra Divina: “Amai-vos uns aos outros.”
Não determina seleções.
Não exalta conveniências.
Não impõe condicionais.
Não desfavorece os infelizes.
Não menoscaba os fracos.
Não faz privilégios.
Não pede o afastamento dos maus.
Não desconsidera os filhos do lar alheio.
Não destaca a parentela consanguínea.
Não menospreza os adversários.
E o apóstolo acrescenta: “Não amemos de
palavra, mas através das obras, com todo o fervor do coração.”
O Universo é o nosso domicílio.
A Humanidade é a nossa família.
Aproximemo-nos dos piores, para ajudar.
Aproximemo-nos dos melhores, para aprender.
Amarmo-nos, servindo uns aos outros, não de
boca, mas de coração, constitui para nós todos o glorioso caminho de ascensão.
Mensagem extraída da
obra: Vinha de Lua, ditada pelo Espírito Emmanuel, pela psicografia de
Francisco Cândido Xavier, capítulo 130, publicada em 1951.
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Reflexão:
Para amar é preciso que o amor esteja em nós. No entanto, somos imperfeitos e
esse sentimento é conquista crescente na intimidade de cada um de acordo com a
lucidez alcançada diante da vida.
O exercício de amar
se verifica ao choque dos comportamentos contrários ou divergentes ao estado de
conforto emocional. O que não é
exatamente a relação com os posicionamentos emocionais opostos aos nossos, tais
como: honesto e desonesto; falso e verdadeiro...
O problema que
incomoda é encontrar a manifestação de comportamento que reflete identicamente
a nossa própria condição emocional. Proporcionando uma reação de
descontentamento, de ódio, de inveja, de birra, de desconfiança, de
inferioridade, de falsa superioridade, de orgulho, de egoísmo, de...
Então como amar o
próximo se não nos amamos? Precisamos nos amar.
Como será isso? Certamente não se dará num passe de mágica? É preciso se
conhecer e para isso é preciso conviver com o nosso próximo, principalmente, os
mais próximos. Percebermos as nossas
reações diante de tudo o que ocorre nas convivências diárias, não reagirmos
como o animal faz por instinto, agredindo inconscientemente, mas utilizando os
fatos para verificarmos a nossa posição, e aprofundarmos reflexão sobre as
ocorrências.
Isso traz
sofrimento para quem se propõe a se amar, leva àquele de bom propósito a buscar
remédio eficaz, que é fácil de ser encontrado, que muitas das vezes está no seu
próprio armário, muito maltratado, que é o Evangelho de Jesus, comum a todos os
credos.
Agora, por certo,
não será uma leitura superficial, com os olhos visitando as letras há muito
conhecidas e até decoradas, será busca mais aprofundada, pois o nosso estado
emocional pede mais consistência, porque estamos sofrendo, meditamos, não
desejamos explodir, queremos refrigério consciente, o tratamento definitivo.
“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados,
que Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou
brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave
o meu jugo e leve o meu fardo”. (Jesus; Mateus, 11:28 a
30.)
Não é sem razão,
que o meio familiar, onde se encontram os próximos mais próximos, com raras
exceções, é ambiente tumultuoso, pois, sendo que os iguais no campo dos
interesses e das emoções se atraem, além de que são devedores e credores uns
dos outros, resultantes de vidas passadas, em que foram parentes ou não, possivelmente
vítimas e algozes dentro dos contextos que viveram.
Todos precisamos
nos amar e amar o próximo, somente assim anularemos transformando as cargas
deletérias que estabelecemos em nossa alma, em virtudes que nos dulcificarão, e,
assim, ocorrendo com todos, alçaremos o estado de plenitude, onde estas virtudes se
refletirão nos outros e retornarão ampliando a soma de paz e felicidades que
todos almejam.
“Entretanto, faz depender de uma condição a sua assistência e
a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei por Ele (Jesus)
ensinada. Seu jugo é a observância dessa lei; mas esse jugo é leve e a lei é
suave, pois que apenas impõe, como dever, o amor e a caridade.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cristo
Consolador – capítulo VI, item 2)
Dorival da Silva
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quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Canção da Imortalidade
Canção
da Imortalidade
Os
teus afetos que desencarnaram vivem e prosseguem conforme eram enquanto na
vilegiatura carnal. Não os pranteies em desespero, porque obedeceram à Soberana
Lei biológica, a qual estabelece que tudo quanto nasce, morre.
Morrer,
no entanto, não significa consumir-se, desintegrar-se no nada. Tudo se
transforma, inexistindo o aniquilamento da vida.
Qual
seria a finalidade da existência, o seu significado, se a fatalidade da
evolução a destruísse, dessa nada restando?
Olha
em derredor e acompanha o desdobramento do existir, a multiplicidade de
experiências no laboratório do globo terrestre.
Tudo
é movimento, organização, equilíbrio, e mesmo aquilo que se apresenta como
desordem ou caos obedece a leis inflexíveis que o acionam, a fim de que alcance
a finalidade a que se destina.
A
semente intumesce-se, e o vegetal triunfa enquanto ela se desintegra,
transforma-se e aparentemente morre, facultando perpetuar-se a espécie que
surgirá no momento adequado, após os impositivos indispensáveis ao seu
desenvolvimento, numa fatalidade que nunca deixa de acontecer.
Observa
a luta de todas as áreas, desde o vírus insignificante às amebas na ansiosa e
célere multiplicação com que exaltam o fenômeno de viver.
O
ser humano caminha no rumo da imortalidade, desde quando vencidas as ásperas
etapas. Agora, sob a nobre conquista da inteligência e dos sentimentos, avança
para a angelitude. Esse percurso que se deu naturalmente na sucessão dos
milhões de anos obedeceu a uma planificação anterior, sem pressa nem alteração
na ordem do seu desenvolvimento.
Eles,
os teus afetos, acercam-se de ti com imensa ternura e inspiram-te em tentativas
de serem percebidos, ansiosos por oferecer-te notícias do que sucedeu com eles,
a fim de que não incidas nos mesmos equívocos e perturbações.
Se
te amaram, continuam afeiçoados e zelosos, muito se esforçando para que as tuas
horas terrestres sejam abençoadas pela alegria de viver e pela oportunidade de
trabalhar em favor da autoiluminação, assim como da fraternidade com as demais
pessoas.
Têm
nítida visão da imortalidade e anelam convidar-te à compreensão elevada dos
objetivos essenciais.
Faze
silêncio interior, aquieta as ansiedades e harmoniza as emoções para que os
possas ouvir e sentir.
Eles
te amam ainda e têm os mesmos sentimentos de saudade, ternura, anelos de
convivência, aspirações de progresso.
É
natural que sintas saudade e a ausência deles produza tristeza ou amargure o
teu coração.
Não
te constitua motivo de desnorteamento a falta da convivência física. É
temporária, porque também, no momento próprio, rumarás pelo estreito corredor
da morte, enquanto eles te aguardam com emoções inauditas.
A
vida é de sabor indestrutível. Desde que se apresenta em qualquer forma,
prosseguirá com mais complexidade até alcançar a finalidade a que se destina.
Em todos os
tempos, o fenômeno da morte constituiu uma fatalidade perversa, quase
incompreensível no seu contínuo ceifar de existências.
Considera
que se não houvesse essa abençoada interrupção, como seria a sua continuidade
na Terra? O prolongamento sem fim, assinalado por tormentos inauditos e sem a
esperança da sua sucessão?
A
morte é o veículo que faculta a cessação momentânea dos fenômenos físicos,
materiais, sem qualquer prejuízo para a essência - a alma imortal!
Vive,
porém, de maneira saudável, para que os teus sejam dias bem-aventurados e a
edificação do futuro seja segura para coroar-se de paz.
Utiliza-te
de cada momento no carreiro orgânico para aprimorar-te e desenvolveres a divina
essência de que te constituis.
Abandona
os adornos grotescos de que te utilizas para as condições existenciais e
faze-te sutil e transparente como um delicado raio de luar.
O
sentido da existência terrestre é o de autoiluminação, prolongando-se pelos
sem-fins da imortalidade.
Tudo
o que é material experimenta mudanças.
O
tempo, na sua voracidade, utiliza-se dos elementos da Natureza para tudo
alterar e reduzir à poeira original.
Não,
porém, a vida.
Maior
concessão de Deus, recorre-lhe a oportunidade para enriquecer-te de bênçãos,
que esparzirás pelo caminho percorrido, transformadas em sinais luminosos.
A
dor provinda da ausência desses amores que voltaram ao Grande Lar através da
morte deve ser superada pelas cálidas lembranças da convivência com eles.
Revive-os
pela memória, nos acontecimentos que te alegraram, as mil nonadas dos sorrisos,
mas também as experiências de dor e de aflição que te fortaleceram no convívio
com eles.
Jamais
te iludas com a ideia absurda do nada.
Vivem
aqueles que já morreram.
*
A
lagarta que se arrasta, graças à histólise e à histogênese, transforma-se em
falena leve que flutua no ar.
O
ser espiritual que se reveste de carne, quando essa transformação ocorre e
desveste-o, ascende com leveza aos páramos celestes.
Abençoa
a tua existência física mediante o respeito aos fatores que a reencarnação
coloca para viver. Não têm caráter punitivo ou afligente, nem são considerados
plenificadores como concessões ímpares, mas resultado dos comportamentos.
Todos
que se encontram na roupagem física estão em aprendizagem na escola redentora.
Ninguém privilegiado, pessoa alguma na condição de condenado. As experiências
de crescimento são as mesmas para todos os seres.
A
sabedoria do amor inspirará a cada qual o melhor rumo a percorrer. Mantém-te
atento no momento da escolha, fazendo o investimento seguro da renúncia e da
abnegação hoje para a sublime compensação amanhã.
Quando
se adquire consciência do significado existencial, nada a macula, porque se transforma
em lição, e nada a diminui, porque a Lei é de evolução.
*
Diante
do esquife dos que morreram, aprende a respeitá-los.
Alguns
permanecem ao lado dos próprios corpos, ouvem-te, veem-te e sentem as tuas boas
ou más emoções.
Recorda
de momentos agradáveis que eles captarão e os felicitarão.
Faze
com eles como gostarás que te façam quando chegar a tua vez.
Joanna de
Ângelis
Psicografia
de Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite
de
5 de setembro de 2016, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador,
Bahia.
Em 9.1.2017.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Candeia sob o alqueire e Bem-aventuranças
Candeia sob o alqueire
Ninguém há que, depois de ter acendido uma
candeia, a cubra com um vaso, ou a ponha debaixo da cama; põe-na sobre o
candeeiro, a fim de que os que entrem vejam a luz; pois nada há secreto que não
haja de ser descoberto, nem nada oculto que não haja de ser conhecido e de
aparecer publicamente. (Lucas, 8:16 e 17.)
Extraído
de O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XXIV - Não ponhais a candeia
debaixo do alqueire, item 2.
Bem-aventuranças
“Bem-aventurados sereis quando os homens vos
aborrecerem, e quando vos separarem, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome
como mau, por causa do Filho do homem.” – Jesus. (Lucas, 6:22.)
O problema das
bem-aventuranças exige sérias reflexões, antes de interpretado por questão
líquida, nos bastidores do conhecimento.
Confere Jesus a
credencial de bem-aventurados aos seguidores que lhe partilham as aflições e
trabalhos; todavia, cabe-nos salientar que o Mestre categoriza sacrifícios e
sofrimentos à conta de bênçãos educativas e redentoras.
Surge, então, o
imperativo de saber aceitá-los.
Esse ou aquele
homem serão bem-aventurados por haverem edificado o bem, na pobreza material,
por encontrarem alegria na simplicidade e na paz, por saberem guardar no
coração longa e divina esperança.
Mas... e a
adesão sincera às sagradas obrigações do título?
O Mestre, na
supervisão que lhe assinala os ensinamentos, reporta-se às bem-aventuranças
eternas; entretanto, são raros os que se aproximam delas, com a perfeita
compreensão de quem se avizinha de tesouro imenso. A maioria dos menos favorecidos
no plano terrestre, se visitados pela dor, preferem a lamentação e o desespero;
se convidados ao testemunho de renúncia, resvalam para a exigência descabida e,
quase sempre, ao invés de trabalharem pacificamente, lançam-se às aventuras
indignas de quantos se perdem na desmesurada ambição.
Ofereceu Jesus
muitas bem-aventuranças. Raros, porém, desejam-nas. É por isto que existem
muitos pobres e muitos aflitos que podem ser grandes necessitados no mundo, mas
que ainda não são benditos no Céu.
Mensagem extraída da Obra: O Pão Nosso, ditada
pelo Espírito Emmanuel, psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier,
capítulo 89, publicada em 1950.
Reflexão: As verdades, em se tratando das questões
espirituais, não são conclusivas e definitivas no estágio evolutivo dos
Espíritos vinculados ao Planeta Terra, nem no tempo em que Jesus fez revelações e
nem nos dias atuais, embora os entendimentos das mesmas verdades se estenderam,
mas não abrangem a sua integralidade, vez que esta somente se amplia de acordo
com os valores intelectuais e morais alcançados pelos homens. Jesus na sua
grandiosidade as conhecia na inteireza, mas sabia que o revelar deveria ser
gradativo para que houvesse conformação nas almas ainda em início de vivência
na busca de sabedoria.
A luz da verdade
precisa estar à vista, perceptível ao que a busca. A quem busca a luz material
em algum ambiente, para que a encontre com facilidade, faz-se necessário que
ela esteja no candeeiro, num lugar de evidência.
A referência de
Jesus, embora utilize a figura da luz material, elemento comum a todos, falava
da luz espiritual. Como o Guia de Humanidade estava a ensinar sobre algo ainda
não alcançável pelo entendimento de seu tempo, faz a ponte, para a ideia chegar
até os dias atuais, quando a inteligência e o entendimento fossem maiores.
A candeia
trata-se do próprio Espírito dos homens, que precisam se aprimorar, precisam
encandecer-se de entendimento e vivência, combustível das virtudes e valores
morais, numa palavra, lucidez.
Deverá se
encontrar no candeeiro da vida, não mais afixado em algum ponto relevante de
ambiente material, mas nas lides de responsabilidade dentro da sociedade,
realizando e promovendo o progresso geral, mesmo que através de ações
consideradas sem muita importância aos olhos da coletividade. As ações empreendidas por Jesus também não
eram consideras de relevância aos maiorais de sua época.
As ações nobres
terão reflexos nos corações, nas almas, no seguir dos tempos, sendo que os
resultados não competem ao que realiza, portanto, não se deve esperar ou exigir.
O bem é o perfume que se perceberá inopinadamente em algum momento na
eternidade, mas, desde agora, a sua intenção proporciona paz e felicidade.
“...pois nada há secreto que não haja de ser descoberto,
nem nada oculto que não haja de ser conhecido e de aparecer publicamente. “
***
“Confere Jesus a credencial de bem-aventurados aos
seguidores que lhe partilham as aflições e trabalhos; todavia, cabe-nos
salientar que o Mestre categoriza sacrifícios e sofrimentos à conta de bênçãos
educativas e redentoras. ”
Bem-aventurado é
a credencial atribuída por Jesus aos seguidores que agem e suportam as aflições
e trabalhos para a realização do bem. Todo bem tem a propriedade de promover o
homem, o espírito humano, sendo indispensável suportar os efeitos das ações
transformadoras.
Toda tarefa no
bem exige esforços, tanto dos que estão mais clarividentes de suas obrigações
diante da vida, pois caminharam mais, evolutivamente, como dos que precisam dar
os primeiros passos por vontade própria, vencendo as amarras impeditivas que lhes são inerentes, sendo essas forças pungentes, que alimentaram
por muito tempo.
Os transeuntes
da vida, mesmo cheios de boas intenções, mas que se deixam abalar pela vaidade
e o orgulho, nas realizações do bem, não poderão ter-lhes atribuído a
credencial de Jesus, pois lhes falta a modificação de si mesmos, com os valores da
humildade e da modéstia, desejando atribuir-se os méritos do pouco que fazem. “
(...) se visitados pela dor, preferem a
lamentação e o desespero; se convidados ao testemunho de renúncia resvalam
para a exigência descabida e, quase sempre, ao invés de trabalharem
pacificamente, lançam-se às aventuras indignas de quantos se perdem na
desmesurada ambição. ”
“Ofereceu Jesus muitas bem-aventuranças. Raros, porém,
desejam-nas. É por isto que existem muitos pobres e muitos aflitos que podem
ser grandes necessitados no mundo, mas que ainda não são benditos no Céu. ”
A oferta de
Jesus continua posta. Quem se habilita? As bem-aventuranças alcançadas são para
sempre. Todos trilham na eternidade, uns em paz e felizes, porém, muitos...
Dorival da Silva
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Dê uma chance a você mesmo
Dê uma chance a você mesmo.
Talvez você tenha feito perguntas como estas:
Quem sou eu? De onde vim ao nascer? Para onde irei depois da morte? O que há
depois dela?
Por que uns sofrem mais do que outros?
Por que uns têm determinada aptidão e outros não?
Por que alguns nascem ricos e outros
pobres? Alguns cegos, aleijados, débeis mentais, enquanto outros nascem
inteligentes e saudáveis? Por que Deus permite tamanha desigualdade entre seus
filhos?
Por que uns, que são maus, sofrem menos
que outros, que são bons?
No entanto, a maioria das pessoas,
vivendo a vida atribulada de hoje, não estão interessadas nos problemas
fundamentais da existência. Antes se preocupam com seus negócios, com seus
prazeres, com seus problemas particulares. Acham que questões como “a
existência de Deus” e “a imortalidade da alma” são de
competência de sacerdotes, de ministros religiosos, de filósofos e teólogos.
Quando tudo vai bem em suas vidas, elas nem se lembram de Deus e, quando se
lembram, é apenas para fazer uma oração, ir a um templo, como se tais atitudes
fossem simples obrigações das quais todas têm que se desincumbir de uma maneira
ou de outra. A religião para elas é mera formalidade social, alguma coisa que
as pessoas devem ter, e nada mais; no máximo será um desencargo de consciência,
para estar bem com Deus. Tanto assim, que
muitos nem sequer alimentam firme convicção naquilo que professam, carregando
sérias dúvidas a respeito de Deus e da continuidade da vida após a morte.
Quando, porém, tais pessoas são
surpreendidas por um grande problema, a perda de um entre querido, uma doença
incurável, uma queda financeira desastrosa – fatos que podem acontecer na vida
de todo mundo – não encontram em si a fé necessária, nem a compreensão para
enfrentar o problema com coragem e resignação, caindo, invariavelmente, no
desespero.
Onde se encontra a solução?
Há uma doutrina que atende a todos estes
questionamentos. É o Espiritismo.
O conhecimento espírita abre-nos uma
visão ampla e racional da vida, explicando-a de maneira convincente e
permitindo-nos iniciar uma transformação íntima, para melhor.
Mas, o que é o Espiritismo?
O Espiritismo é uma doutrina revelada
pelos Espíritos Superiores, através de médiuns, e organizada (codificada) por
um educador francês, conhecido por Allan Kardec, no século XIX.
O Espiritismo é, ao mesmo tempo
filosofia, ciência e religião.
Filosofia, porque dá uma
interpretação da vida, respondendo questões como “de onde eu vim”, “o que
faço no mundo”, “para onde irei depois da morte”. Toda doutrina que dá uma interpretação da
vida, uma concepção própria do mundo, é uma filosofia.
Ciência, porque estuda, à luz da
razão e dentro de critérios científicos, os fenômenos mediúnicos, isto é,
fenômenos provocados pelos espíritos e que não passam de fatos naturais. Todos
os fenômenos, mesmo os mais estranhos, têm explicação científica. Não existe o
sobrenatural no Espiritismo.
Religião, porque tem por objetivo a
transformação moral do homem, revivendo os ensinamentos de Jesus Cristo, na sua
verdadeira expressão de simplicidade, pureza e amor. Uma religião simples sem
sacerdotes, cerimônias e nem sacramentos de espécie alguma. Sem rituais, culto
a imagens, velas, vestes especiais, nem manifestações exteriores.
E quais são os fundamentos básicos do Espiritismo?
A existência de Deus que é o
Criador, causa primária de todas as coisas. A Suprema Inteligência. É eterno,
imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom.
A imortalidade da alma ou espírito.
O espírito é o princípio inteligente do Universo, criado por Deus, para evoluir
e realizar-se individualmente pelos seus próprios esforços. Como espíritos já
existíamos antes do nascimento e continuaremos a existir depois da morte do
corpo.
A reencarnação. Criado simples e sem
nenhum conhecimento, o espírito é quem decide e cria o seu próprio destino.
Para isso, ele é dotado de livre-arbítrio, ou seja, capacidade de escolher
entre o bem e o mal. Tem a possibilidade de se desenvolver, evoluir,
aperfeiçoar-se, de tornar-se cada vez melhor, mais perfeito, como um aluno na
escola, passando de uma série para outra, através dos diversos cursos. Essa evolução requer aprendizado, e o
espírito só pode alcançá-la encarnando no mundo e reencarnando, quantas vezes
necessárias, para adquirir mais conhecimentos através das múltiplas
experiências de vida. O progresso adquirido pelo espírito não é somente
intelectual, mas, sobretudo, o progresso moral.
Não nos lembramos das existências
passadas e nisso também se manifesta a sabedoria de Deus. Se lembrássemos do mal
que fizemos ou dos sofrimentos que passamos, dos inimigos que nos prejudicaram
ou daqueles a quem prejudicamos, não teríamos condições de viver entre eles
atualmente. Pois, muitas vezes, os
inimigos do passado hoje são nossos filhos, nossos irmãos, nossos pais, nossos
amigos que, presentemente, se encontram junto de nós para a reconciliação. A
reencarnação, desta forma, é a oportunidade de reparação, assim como é, também,
oportunidade de devotarmos nossos esforços pelo bem dos outros, apressando
nossa evolução espiritual. Pelo mecanismo da reencarnação vemos que Deus não
castiga. Somos nós os causadores dos próprios sofrimentos, pela lei de “ação
e reação”.
Todavia, nem todas as encarnações se
verificam na Terra. Existem mundos superiores e inferiores ao nosso. Quando
evoluirmos muito, poderemos renascer num planeta de ordem elevada. O Universo é
infinito e “na casa de meu Pai há muitas moradas”, já dizia Jesus.
A comunicabilidade dos espíritos. Os
espíritos são seres humanos desencarnados e continuam sendo como eram quando
encarnados: bons ou maus, sérios ou brincalhões, trabalhadores ou preguiçosos,
cultos ou medíocres, verdadeiros ou mentirosos. Eles estão por toda parte. Não
estão ociosos. Pelo contrário, eles têm as suas ocupações. Através dos denominados
médiuns, o espírito pode comunicar-se conosco, se puder e se quiser.
A comunicação se dá de conformidade com
o tipo de mediunidade, sendo as mais conhecidas: pela fala (psicofonia),
pela escrita (psicografia), pela visão (vidência) e a intuição, da qual
todos guardamos experiências pessoais.
Como o Espiritismo interpreta o Céu e o
Inferno?
Não há céu nem inferno. Existem, sim,
estados de alma que podem ser descritos como celestiais ou infernais. Não
existem também anjos e demônios, mas apenas espíritos superiores e espíritos
inferiores, que também estão a caminho da perfeição – os bons se tornando
melhores e os maus se regenerando.
Deus não esquece de nenhum de seus
filhos, deixando a cada um o mérito das suas obras. Somente desta forma podemos
entender a Suprema Justiça Divina.
Por que o Espiritismo realça a caridade?
Porque fora dos preceitos da verdadeira
caridade, o espírito não poderá atingir a perfeição para a qual foi destinado.
Tendo-a por norma, todos os homens são irmãos e qualquer que seja a forma pela
qual adorem o Criador, eles se estendem as mãos, se entendem e se ajudam
mutualmente.
Por que fé raciocinada?
A fé sem raciocínio não passa de uma
crendice ou mesmo de uma superstição. Antes de aceitarmos alguma coisa como
verdade, devemos analisa-la bem. “Fé inabalável é aquela que pode encarar a
razão, face a face, em todas as épocas da humanidade.” (Allan Kardec)
E onde podemos encontrar mais
esclarecimentos sobre o Espiritismo?
Começando pela leitura dos livros de
Allan Kardec:
O LIVRO DOS ESPÍRITOS. O livro
básico da Doutrina Espírita. Contém os princípios do Espiritismo sobre a
imortalidade da alma, a natureza dos espíritos e suas relações com os homens,
as leis morais, a vida futura e o porvir da humanidade.
O LIVRO DOS MÉDIUNS. Reúne as
explicações sobre todos os gêneros de manifestações mediúnicas, os meios de
comunicação e relação com os espíritos, a educação da mediunidade e as
dificuldades que eventualmente possam surgir na sua prática.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO. É
o livro dedicado à explicação das máximas de Jesus, de acordo com o Espiritismo
e sua aplicação às diversas situações da vida.
O CÉU E O INFERNO, denominado também
“A
Justiça Divina Segundo o Espiritismo”. Oferece o exame comparado das
doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual. Coloca ao
alcance de todos o conhecimento do mecanismo pelo qual se processa a Justiça
divina.
A GÊNESE. Destacam-se os temas:
Existência de Deus, origem do bem e do mal, destruição dos seres vivos uns
pelos outros, explicações sobre as leis naturais, a criação e a vida no
Universo, a formação da Terra, a formação primária dos seres vivos, o homem
corpóreo e a união do princípio espiritual à matéria. Você poderá ler, ainda,
os livros psicografados por Francisco Cândido Xavier, Divaldo Pereira Franco,
Yvonne Pereira, José Raul Teixeira, etc. e os livros de Léon Denis, Gabriel
Delanne e de tantos outros autores, encontrando-se entre eles estudos
doutrinários, romances, poesias, histórias e mensagens de alento.
Depois desta simples leitura, você
poderá ter dúvidas e perguntas a fazer. Se tiver, é bom sinal. Sinal que você
está procurando explicações racionais para a vida. Você as encontrará lendo os
livros indicados acima e procurando uma Sociedade Espírita seguramente
doutrinária e indiscutivelmente Espírita. A Federação Espírita do Paraná e as
Uniões Regionais Espíritas poderão fornecer a relação de Sociedades Espíritas
de sua localidade.
Pense nisso. Pense agora.
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Ensinamentos extraídos de folheto elaborado
pela Federação Espírita do Paraná. www.feparana.com.br;
e-mail: fep@feparana.com.br; momento.com.br;
mundoespirita.com.br
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