quarta-feira, 29 de agosto de 2012

EXCEÇÃO



   Adicionamos a mensagem abaixo na integra, que recebemos via correio eletrônico, visando mostrar que nem tudo é como percebemos, ainda mais se olharmos sempre do mesmo ângulo. 

Conquanto o tema não seja específico sobre o espiritismo, vez que este é o foco central de nosso blog, mas a exceção que abrimos vemos como oportuna, trata-se de visão sobre o Brasil,  nosso  País,  nosso Povo, de um plano de observação diferente, com comparações com outros Países, que temos como meta a ser buscada nas questões sociais, econômicas e comportamentais. 

Seria a abundância de recursos?   A facilidade de relacionamento, em  face da maleabilidade do nosso Povo, constituída de uma miscigenação multirracial?  Ou, ainda, uma ingenuidade própria da sua juventude que ainda não aprendeu a valorizar o seu patrimônio? 

Conquanto a sua pouca idade, pouco mais de quinhentos anos, da chamada descoberta, o Povo Brasileiro tem muita facilidade para vencer desafios, e quando quer e fatores socioambientais favorecem um pouco, a impetuosidade da sua adolescência  revoluciona conceitos e modifica os preconceitos, aciona novas atitudes, e se transforma, transformando  o contexto, e alça-se a patamar que não previa. 

O texto abaixo mostra facetas que lidas com atenção nos leva à emoção, é como se fosse elogio ou reconhecimento pessoal, mas sabemos que são conquistas inconscientes de um Povo, que quer produzir e viver, sem a preocupação de exagerar valorização do que está conquistado, pois tem a confiança de que ainda alcançou pouco, tem força para avançar mais, tem  competências para desenvolver, valores para despertar,  contribuição para oferecer. A maior parte do seu  Povo ainda não se escolarizou, sabe poucas letras, titubeia na faixa social mais carente, precisa conquistar moradia, saúde, educação...   

Há esperança. É a mola propulsora no peito do mais simples homem do povo ao mais ilustrado senhor. É Povo rico de fé.  Daquela que remove montanhas de necessidades, de dificuldades, de opressão, de incompreensão...   

De excepcional tolerância e humildade, mas operante na vida, mesmo que fatos desdigam aparentemente,  vence sempre, porque se vence, saindo  da obscuridade do conhecimento, apagando gradativamente a ignorância, conquistando  saberes, construindo ricas realidades das quais desconhece o valor.   Somente dando-se a importância que lhe é justa quando uma estrangeira  resenha a verdade que desconhecia.  

Sou Brasileiro!

Dorival da Silva



Escritora holandesa falando do Brasil



O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL 

LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO  


     Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.



     Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do  serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.



     Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.



     Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.



     Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.



     Em Paris , os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de ' Como conquistar o Cliente'.



    Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.



   Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.



   Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.



   Os dados são da Antropos Consulting:  

   1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
  2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
  3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
  4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
  5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina .
  6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
  7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
  8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
  9.  Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
  10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México , são apenas 300 empresas e 265 na Argentina .
  11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.



  Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?  

  1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
  2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
  3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
  4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
  5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
  6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
  7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?



  Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.

  É! O Brasil é um país abençoado de fato.
  Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
  Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
  Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
  Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!
  Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser... ...BRASILEIRO!!!  
  

-- 
Ludne Nabila de O. Barroso
Assessoria de Cerimonial
Tel: (63) 3212-42222
Cel: (63) 8412-7325

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

EMPRESAS [Com Jesus, como seria?]

                                        EMPRESAS

No mundo moderno, atulhado de alta tecnologia e de muita extravagância, os conceitos da simplicidade e da abnegação tornam-se combatidos tenazmente, de maneira a cederem lugar à automação, à excentricidade e aos interesses do lucro imediato.

Tecnocratas e executivos de alto porte digladiam-se para alcançar metas cada vez mais audaciosas, em lutas renhidas, embora o respeito que nos merecem os seus esforços e pessoas, objetivando projeção e insaciável poder.


Transformam situações de bondade em lugares de investimentos sempre se firmam em inversões e programas de rendas como essenciais.


Fixados em tabelas estatisticamente comprovadas e movimentando com habilidade os cálculos do mercado através das Bolsas, estabelecem prazos de usura em todos os negócios e entregam-se às aquisições de alta rentabilidade.


Enriquecem e promovem a altos níveis as Empresas para as quais trabalham sob altos estipêndios e compensações, com sofreguidão e estresse, até quando são desalojados pela aposentadoria, pela velhice e pela morte...


Empresas não têm alma nem pulsa, nos seus mecanismos automáticos, qualquer tipo de coração.


As criaturas, que nelas se esfalfam, são peças da sua engrenagem, e por mais importantes que se façam, são sempre substituíveis por outras mais produtivas para o conjunto em incessante renovação, decorrência natural dos novos instrumentos apresentados pela indústria de promoção e de atualização.


O pensamento empresarial é linear, direto, calculista, destituído de sentimento de amor, de misericórdia, de compaixão.


Às vezes, a Empresa começa no fundo do quintal e torna-se poderosa com o tempo e o exaustivo trabalho, sem que os seus iniciadores,que se exauriram, logrem fruir-lhes os benefícios que passam para as gerações que os sucedem.


É verdade que facultam o progresso na Terra, mas também respondem por muitas misérias e violências morais, econômicas e sociais...


As Empresas formidandas, que investem parte dos seus lucros em programa de educação, de higiene, de saúde em favor de vidas, não poucas vezes sugam outras tantas que se lhes submetem como escravas, com salários miseráveis, na ânsia de incessante aumento de produção.


São valiosas essas contribuições empresariais, embora também responsáveis por competições destrutivas, espionagem sórdida, prepotência dramática, comportamentos absurdos.


Certamente é inevitável a marcha e o avanço da cultura, da ciência e da tecnologia, das Empresas e monopólios perversos, hediondos.


Suas regras e delineamentos invejáveis são próprios para o seu selvagem desenvolvimento, mas não devem ser aplicados em todos os labores que se realizam na Terra, especialmente naqueles de origem espiritual, que têm compromisso com o Amor e a Verdade, pelo menos através dos seus objetivos.


                                               ***
Com Jesus a Empresa é de solidariedade, de benevolência, de paz.


Nela não há lugar para os rigores nem as exigências que ferem a fraternidade, o respeito pelas vidas, pelo sofrimento, pelos operários menos valiosos, aqueles que não são hábeis ou se apresentam mais morosos...


A tentação de trazer para o serviço do Mestre as técnicas esdrúxulas, os códigos frios e as atitudes autoritárias dos empresários dominadores faz-se de contínuo, ameaçando a vera caridade, que deve sempre ser a bandeira erguida por aqueles que se Lhe dedicam.


Vota-se com entusiasmo para equipar-se o ninho de amor e de auxílio recíproco, de socorro aos que buscam servir embora se encontrem sob terapias libertadoras, em depressões profundas e desequilíbrios deploráveis, incluindo os cooperadores-máquinas habilidosos, não poucas vezes insensíveis, igualmente destituídos de compromisso com a proposta do Amigo incomum e do Seu Evangelho.


Pensando-se sempre em ganhar-se mais dinheiro, em melhorar-se a aparência do trabalho, em utilizar-se as técnicas de propaganda para tornar-se conhecido o labor, na condição de produto de venda e de exportação, em projetar-se as imagens trabalhadas pela maquiagem do mercado explorador, ficam em plano secundário, senão esquecidos, os compromissos com a simplicidade do sentimento e a humildade do comportamento.


Vigia as nascentes do coração de onde brotam os bons como os maus pensamentos, e tem cuidado.


Não te deixes arrastar pelos palradores e mercadológicos, entusiastas em favor das transformações imperiosas e imprudentes, sonhadores do mundo que não conhecem as regras do Evangelho nem a conduta espírita.


A empresa de Jesus é diferente, preservadora da união de todos seus membros, sem jamais ter lugar o campeonato da dissensão.


No seu estatuto, o maior é sempre quem melhor serve e não aquele que mais se exalta.


Na disputa pelas posições de relevo, que, afinal não existem, o esforço prevalece para ser o mais bem devotado servidor.


Esse candidato que chega, não elimina aquele que se encontrava no trabalho, antes se lhe torna cooperador. Por sua vez, sem temer quem se aproxima, aquele que está a serviço lhe facilita a compreensão do serviço entrosando-o no grupo fraternal onde deseja mourejar.


Não dispensa os servidores debilitados, mas providencia para que sejam encaminhados para outras áreas quando equivocados e incapazes.


Não abre espaço para a ingratidão àquele que ofereceu o melhor da sua existência trabalhando nos alicerces da obra, e hoje, cansado, desatualizado, é deixado no paredão do abandono.


Nunca olvida os sofredores, pensando apenas no azinhavre decorrente do acumular de mais moedas.


Alarga a caridade que socorre a necessidade e ilumina o ser, libertando-o da ignorância.


O respeito pelo outro é normativa de conduta permanente, e a consideração para com o ausente impede o desenvolvimento da maledicência, da calúnia, da perseguição gratuita, decorrentes da antipatia que possa viger no grupo.


A empresa de Jesus, na atualidade, ainda deve inspirar-se no programa e na ação da Casa do Caminho, erguida por Simão Pedro em Jerusalém nos dias apostólicos.


São estes, certamente, novos e outros tempos, bem como diferentes as suas leis.


As criaturas humanas, no entanto, são quase que as mesmas, vivendo condições e situações bem equivalentes.


Respeitar a modernidade, sim, porém, não permitir que alguns dos seus métodos de comportamento minem os compromissos para com a bondade e o bem.


Precauções argentárias e cuidados previdenciários devem ser observados, nunca porém o esquecimento do apoio da Providência Divina, que jamais falta.


Amealhar para não faltar é atitude correta, nunca porém acumular enquanto o crime e a morte vigiam a miséria para arrebatá-la.


Nessa Empresa, a de Jesus, os métodos são especiais e não compatíveis com os daquelas organizações mundanas.


Se o membro da equipe vai-se embora, não o impeças, todavia, jamais o dispenses, porque aparentemente podes substituí-lo por outro que será contratado, remunerado financeiramente...


Apesar de alguns serem necessários, como é compreensível, na Empresa de Jesus as ambições são espirituais, evitando-se os riscos daqueles estabelecidos pelos Sindicatos e legislações que nunca se bastam...


                                                 ***
O meu reino não é deste mundo, afirmou Jesus com ênfase.


Não te enganes, não iludas a ninguém.


Vem hoje trabalhar na minha vinha, convidou com segurança, propondo o dever do serviço ao próximo e à autoiluminalção.


Digno é o trabalhador do seu salário, estabeleceu como fundamental; mas na Sua obra o salário será sempre a caridade para consigo mesmo e para com o seu próximo.


Tem cuidado com o mundo e as suas armadilhas!


Leva Jesus a ele, mas não o tragas, nem implantes os seus métodos na Sua empresa.


Joanna de Ângelis

(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco, na reunião mediúnica da noite de 9 de junho de 2004, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia; extraída da revista Reformador/setembro 2004)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Aborto (II)


Em outro artigo falamos sobre a descriminalização do aborto pelo Superior Tribunal Federal (para os casos de anencefalia), não temos a pretensão de analisar a questão jurídica; mas, sim a situação espiritual que é de muita importância a sua compreensão para que, mesmo que os Códigos Legais autorizem,  não venhamos a nos comprometer espiritualmente;  vez que as leis dos homens atendem situações sociais e buscam a ordenação de fatos tangíveis dentro da  estrutura de sua influência, não alcançando a continuidade da vida além do túmulo.  No entanto, a existência da alma é infinita.

Mesmo sob o prisma da legalidade, será que estaremos livres das consequências no campo moral – a nossa consciência --, se deliberarmos pelo aborto, ou a eutanásia, ou a pena de morte?  Ledo engano. 

Fiquemos, por ora, com a análise do aborto. Considerando que o único caminho para corrigirmos erros que nos confrange a intimidade é o retorno no campo de ação onde ocorreram os infaustos, ou seja, a convivência com os credores, os desafetos.  Para isto, se faz necessário um véu sobre o passado, o esquecimento de quem fomos e com quem convivemos e cometemos desajustes.  Enganamos, ludibriamos, falseamos, assassinamos...   São muitas vidas, muito fizemos de errado...   O egoísmo,  sempre o  mantivemos como imperativo em nós mesmos.  Tudo é meu!

As oportunidades dadas pelo Criador à criatura são inúmeras,  sendo que as responsabilidades são medidas de acordo com a capacidade de discernimento. E os pais são coautores com Deus, oferecendo seus recursos biológicos, os gâmetas, para a formação do corpo para um ente espiritual que irá utilizá-lo na nova experiência e expiação, junto de seus credores, embora não se lembre exatamente do que fez ou lhe fizeram. Ficam os pendores, que se manifestam no transcorrer do desenvolvimento da criança, demonstrando sinais de maldade, agressividade ou de generosidade, aptidões diversas...  Têm os pais o dever de corrigir as que se apresentam negativas e incentivar as positivas, através da educação, àquela que se diz “de berço”.

A ligação da alma se dá no momento da concepção, porque a alma possuindo  o elemento modelador do futuro instrumento de manifestação, o corpo físico,  o preparará de acordo com as suas necessidades; muito embora, a ação natural do automatismo genético,  por atavismo,  àquela está atrelado sofrendo a sua influência.

Em virtude disso, a anencefalia é a condição em que o Espírito se apresenta, em virtude de atitude deliberada contra si mesmo, como, possivelmente, ter destruído seu cérebro com arma de fogo, em suicídio, deixando em grande estado de desarranjo vibratório o órgão espiritual, correspondente no físico  ao cérebro  material destruído, em vida passada.

Os pais e demais envolvidos têm comprometimento com tal fato pretérito, que agora têm a oportunidade de reparação, caso não venham a desistir da materpaternidade de expiação, curando suas feridas morais com  dedicação,  renúncia de si mesmos, através da doação de amor, amando sem nenhum outro propósito que não seja amar, mesmo que seja por um período muito curto,  para solucionar problema espiritual que pode, de outra forma, perdurar por séculos, como esclarece a Doutrina Espírita.

 Dorival da Silva

sábado, 4 de agosto de 2012

A corrupção começa em casa!



Nos dias que se correm a corrupção grassa nos mais variados segmentos das organizações sociais, sejam: na política, no esporte, em grande parte das governanças nacionais. É grande mácula na tessitura social.  Sendo que o tecido social somente existe porque o elemento primordial existe, o homem.  

A qualidade desse elemento essencial é o resultado de sua formação.  O homem é formado com uma personalidade – persona – a partir de seu surgimento na família, desnudo fisicamente de tudo, com um patrimônio impossível de avaliado, pois está adormecido nas profundidades espirituais, que surgirá gradativamente conforme o amadurecimento dos componentes: físico, intelectual e moral, que ensejarão sua revivência, ampliação, enriquecimento ou deformação.

Ninguém nasce com a destinação de ser corrupto, imoral, criminoso...  Os desvios comportamentais, aquilo que destoa da ética, tem por origem o exemplo e muita vez nos pequenos exemplos. Exemplo: Numa família, toca-se o telefone. A mãe atende.  Pergunta-se se o senhor dos Anzóis se encontra.  -- Deixe-me ver (e o referido senhor está à mesa, à sua vista. À vista da criança de cinco anos que também observa).  A senhora retorna ao telefone e indaga sobre do que se trata? – É sobre uma duplicata. -- Está bem, vou verificar. Abafa o bocal do telefone e relata qual é o interesse e houve do marido: -- Fala que eu não estou. -- Está bem!  Responde ao telefone: -- Ele não se encontra, ligue num outro momento... A criança está atenta. O pai brada: -- Que pagar que nada, esse sujeito é um “chato”!   Possivelmente, o fato nessa casa deve se repetir por outras vezes no transcorrer dos dias, em situações variadas, com a presença do filho. Pois, até se acha vantagem demonstrar a “esperteza”.  Essa criança, salvo exceção, tem grande possibilidade de vir a copiar o desvio de conduta ética dos pais, pois tanto a mãe como o pai exemplificam a mentira, a falta de compromisso com a educação mais elementar.

Essa criança deverá vir a ser um médico, um político, um gestor público, um operador  judicial...  Como agirá quando for detentor de poder.  Será que a multidão de leis conseguirá moldá-lo numa condição moral, lídimo de conduta, capaz de gerir os interesses sociais, sem desvirtuá-los?  Pouco provável. 

A sociedade que quiser ver bem conduzido as riquezas comuns, deverá bem conduzir a educação de seus filhos.   O antídoto contra a corrupção precisa vir antes dela, deverá estar instalado na intimidade da pessoa.  Cada um se apresenta com o que tem cultivado em si mesmo –  “... onde está o teu tesouro, aí estará o teu coração” – S. Mateus, 6:21.

“Em torno de todos existe uma nuvem de testemunhas (Hebreus, XII:1); [... não temais, porque não há nada encoberto que não se deva tornar conhecido, nem oculto, que não se venha a saber.] - (S. Mateus, 10: 26); fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos façam, ... (S. Mateus, XXII: 34 a 40); tratai todos os homens como queríeis que eles vos tratassem.  (S. Lucas, VI: 31).”

 Há dois mil anos a melhor ética está ao alcance de toda a Humanidade e teve a mais grave chancela, a crucificação de quem nada devia, apenas era o maior antídoto à corrupção; nos dias atuais não existe outro medicamento mais eficaz, o seu uso é livre, no entanto, poucos se propõem à autoaplicação de salutar terapia.  

A sociedade estertora, temos contribuição a oferecer.  Qual é o nosso quinhão?

Dorival da Silva


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Céu ou Inferno!?



Quais as consequências de se admitir a existência da alma e sua individualidade após a morte? 1º) Que a sua natureza é diferente da corpórea, pois ao separar-se do corpo ela não conserva as propriedades materiais; 2º) Que ela possui consciência própria, pois lhe atribuímos a capacidade de ser feliz ou sofredora, e que tem de ser assim, pois do contrário ela seria um ser inerte e de nada nos valeria a sua existência.(1)

O corpo físico, cessada a vida orgânica morre, entrando num estado de disjunção molecular devolve seus elementos químicos ao estado primitivo de elementos simples, estes irão formar outros organismos pelos processos da Natureza, sejam: vegetais, animais, inclusive de estruturas humanas.

A alma era a vida do corpo que morreu, portanto morre apenas o equipamento orgânico que lhe servia para manifestação na vida física, compunha um individuo, que se integrava a uma família, à sociedade e a coletividade mundial.

Após deixar a indumentária de carne, a alma não se desintegra, não desaparece; passado o momento de readequação à dimensão vibratória que lhe é própria, dado o seu estado evolutivo, dará sequência à sua vida, como alguém que tenha chegado de viagem mais ou menos longa, pois a vida real é a espiritual; aqui é apenas como ir a uma escola de aperfeiçoamento, de reajuste, de conquista de novos saberes.

(...) as almas, em vez de penarem ou gozarem em determinado lugar, carregam em seu íntimo, a felicidade ou a desgraça, pois a sorte de cada uma depende de sua condição moral, e que a reunião das almas boas e afins é um motivo de felicidade, (...).” (2).  Neste registro  Allan Kardec deixa por terra a idéia de um inferno e um céu localizados, geográficos, o que a própria ciência acadêmica, a Geologia e a Astronomia – que já devassaram as profundidades do Planeta e esquadrinharam sua atmosfera, nada encontrando nesse sentido --, vez que as questões da alma foge totalmente das referências materiais, no que diz respeito à sua felicidade ou infelicidade, porque se dão na sua intimidade, é um estado de foro íntimo, e de consciência, portanto, espiritual.

Agrupamento de pessoas equilibradas e felizes gera uma psicosfera própria que corresponde à soma das vibrações dos seus integrantes; como aquelas desequilibradas geram uma psicosfera desarmoniosa e até deletéria. As vibrações são espirituais, equivalentes ao estado moral da alma (estado evolutivo), tanto no corpo físico como fora dele. Quando a alma deixa o corpo, pela sua morte, vai se localizar em faixa espiritual de acordo com essas vibrações, por afinidade, vez que os similares em gosto, hábitos e qualidades se juntam por atração natural.

A Doutrina Espírita nos ensina que essa escala evolutiva ou faixas vibracionais são infinitas, não existindo delimitador fixo, onde termina uma e começa outra, mas sim como um matiz entre uma e outra, sendo que a alma pode mudar sua condição pelas deliberações que toma para seu melhoramento em qualquer momento, sendo que a evolução do ser espiritual ocorre  tanto no corpo físico como fora dele.
(1 e 2) - Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, 1ª parte, capítulo 1, item 2.

Dorival da Silva

sábado, 21 de julho de 2012

Enfermidades da Alma



Gravame de significado perigoso nos relacionamentos humanos é a intriga.

Perversa, é semelhante à erva daninha e traiçoeira que medra no jardim das amizades, gerando desconforto e agressividade.

A intriga é enfermidade da alma que se alastra perigosamente na sociedade, tornando-se terrível inimiga dos bons costumes.

O intrigante é sempre alguém infeliz e invejoso que projeta os seus conflitos onde se encontra, alegrando-se com os embaraços que proporciona no meio social.

À semelhança de cupim sorrateiro, destrói sem ser vista, até o momento em que as resistências fragilizadas de suas vítimas rompem-se, dando lugar ao caos, à destruição.

Muitas vezes, o insensato não faz idéia do poder mefítico da intriga, permitindo-se-lhe a manifestação verbal ou gráfica, por falta de responsabilidade ou desvio de conduta psicológica.

Da simples referência a respeito de alguém ou de algum acontecimento adulterado pela imaginação enferma, surge a rede das informações infelizes que dilaceram as vidas que lhes são o alvo inditoso.

Ninguém, na Terra, encontra-se indene à difamação das pessoas espiritualmente enfermas, e, uma vez atingidos pelas flechas das narrações deturpadas, os homens se deixam sucumbir, abandonando os propósitos superiores em que se fixavam, sem ânimo para o prosseguimento nos ideais abraçados.

Lamentavelmente, a intriga consegue grassar com imensa facilidade em quase todos os grupamentos sociais, religiosos, familiares, políticos, de todos os matizes, em razão de alguns dos seus membros encontrar-se em desarmonia interior.

Todo o empenho deve ser aplicado para a vitória sobre a intriga.

Cabe àqueles que são devotados ao bem não darem ouvidos à intriga que se apresenta disfarçada de maledicência, de censura em relação a outrem ausente, aplicando o antídoto do silêncio nesse trombetear da maldade.

Cuidasse, o intrigante, do próprio comportamento e dar-se-ia conta do quanto necessita de corrigir, em si mesmo, ao invés de projetar no seu próximo o morbo infeccioso.

Toda censura com sinais de acusação é filha da crueldade que se converte em intriga.,

São célebres as intrigas das cortes, nas quais os ociosos e inúteis compraziam-se em tecer redes vigorosas que asfixiavam as melhores expressões do trabalho, que mesmo imperfeitas ou necessitadas de aprimoramento, produziam o bem...

Nada se edifica ou se faz sem o exercício, em cujo início os equívocos têm lugar.
As mais colossais realizações são resultado de pequenos ou incertos tentames.

O intrigante, porém, sempre ativo e vigilante, porque insidioso, logo se apropria da mínima falha que observa em qualquer projeto para investir furibundo e devastador.

*  *  *
Jesus referiu-se com firmeza àquele que vê o argueiro no olho do próximo, embora a trave pesada que se encontra no seu.

Sê tu, no entanto, aquele que adota a complacência, que compreende o limite e a dificuldade do outro.

Fala, quando a atua boca possa cantar o bem de que está cheio o teu coração.

A palavra enunciada torna-te servo, enquanto que a silenciada faz-te dela senhor.

Não estás convidado para vigiar o próximo, mas para conviver e trabalhar com ele.

Tocado no sentimento pelo amor, usa a bondade nas tuas considerações em relação às demais pessoas com as quais convives ou não.

Faze-te a criatura gentil por quem todos anelam, estando sempre às ordens dos Mensageiros da luz para o serviço da fraternidade e da construção do bem no mundo.

A palavra é portadora de grande poder, tanto para estimular, conduzir à plenitude, assim como para gerar sofrimento, destruição e amargura...

Guerras terríveis, representando a inferioridade humana, surgiram de intrigas de pequeno porte, que se tornaram ameaças terríveis...

Tratados de paz e de união também são frutos do acordo pela parlamentação e graças às decisões de alto porte.

Tem, pois, cuidado com o que falas, a respeito do que ouves, vês ou participas. Serás responsável pelo efeito das expressões que externes, em razão do seu conteúdo.

Convidado a servir na Seara de Jesus, mantém-te vigilante em relação a essa enfermidade que contagia: a intriga!

Tentado, em algum momento, a acusar, a criar situações danosas, resiste e silencia, legando ao tempo a tarefa que lhe compete. 

Isso não quer dizer conivência com o erro, mas interrupção da corrente prejudicial, mantida pela intriga.  Antes, significa também a decisão de não vitalizar o mal, mantendo-te em paz, sustentado pela irrestrita confiança em Deus, na execução da tarefa abraçada, seja ela qual for.

A intriga apresenta-se de forma sutil ou atrevidamente, produzindo choques emocionais que se transformam em dores naqueles que lhes padecem a injunção cruenta.

* * *
Allan Kardec, o nobre mensageiro do Senhor, preocupado com o próprio e o comportamento dos indivíduos, buscando uma diretriz segura para evitar a intriga e outros desvios na convivência social, indagou aos guias espirituais, conforme se lê na questão 886, de O Livro dos Espíritos-- Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como entendia Jesus?  

E eles responderam com expressiva sabedoria: “Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas”.

Nessa resposta luminosa encontra-se todo um tratado de ética para bem viver, ser feliz e contribuir para a alegria dos outros.
Joanna de Angelis

(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco,
na reunião mediúnica da noite de 23 de janeiro de 2012, no
Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.)

Nota da autora espiritual. N. da R.: Op. Cit.
Trad. Guillon Ribeiro, 91, ed. 2 reimp.
Rio de Janeiro: FEB, 2010.

sábado, 14 de julho de 2012

Noite inexcedível



Vivia-se o período da supremacia do poder absoluto sobre as pessoas e as nações.

O ser humano era, de alguma sorte, alimária submetida ao jugo das paixões dos conquistadores impiedosos e dos regimes perversos.

Os direitos repousavam nos poderes execrandos que não distinguiam justos de injustos, nobres de serviçais, todos colocados na mesma lixeira de degradação gerada pelos fâmulos das glórias mentirosas de um dia.

A Terra estorcegava sob as legiões romanas que, embora tolerassem alguns cultos dos vencidos e as suas tradições, estorquiam ao máximo todas as possibilidades de sobrevivência, mediante impostos absurdos e perseguições sem nome.

Esplendia o Império em glórias da literatura, da arte, da beleza, mas, sobretudo, da guerra.

Espalhadas, praticamente, por quase todo o mundo conhecido, não havia fronteiras para delimitar o poder de Roma, que se assenhoreara do planeta através das suas forças poderosas.

Antes desse período, Alexandre Magno, da Macedônia, Ciro, rei dos persas, Aníbal, o cartaginês e outros sicários dos povos haviam passado, deixando rastros de destruição e de desgraça, assinalando as suas conquistas com o pesado tributo das vidas que eram arrebatadas.

O mundo sofria a opressão dos mais perversos e a lei era sempre aplicada pelas armas de aniquilamento das vidas.

Israel havia perdido a direção do seu pensamento vinculado ao Deus único, padecendo as injunções arbitrárias dos seus governantes insanos, encontrando-se sob o jugo de Herodes, o Grande, que nem sequer era judeu, mas idumeu. Tentando harmonizar a sua origem com a raça hebreia, casou-se com Marianne, de origem hasmoniana, filha de nobre sacerdote do Templo, a quem mandou matar por inconcebível suspeita de adultério, como fizera com alguns dos seus próprios filhos, temendo que lhe tomassem o poder.

Tentando diminuir os ódios da raça que administrava, encarregou-se de embelezar o Templo, adornando-o com uma parreira de ouro maciço numa das laterais de entrada, e continuando a construção grandiosa, que seria derrubada por Tito, no ano 70 d. C., não ficando pedra sobre pedra.

O seu execrando governo deixou marcas inapagáveis de imoralidade e de perversão por toda parte, facultando que o povo sofresse todos os tipos de perseguição e aumentasse a sanha dos ódios entre as diferentes classes.

A religião descera ao fundo do poço do desrespeito às leis mosaicas e às tradições proféticas, tornando-se um negócio rendoso que engabelava os frequentadores do Templo de Jerusalém e das sinagogas, mais caracterizados pelos formalismos do que, realmente, pelo significado espiritual que desaparecera quase em totalidade.

Raros, eram os sacerdotes escrupulosos e respeitáveis, porquanto a imensa maioria se encontrava mancomunada com os governantes em lamentáveis conciliábulos de exploração da ignorância e da superstição.


*   *   *


É nesse clima de hostilidades e no surgimento de uma fase nova na governança do Império romano, que nasceu Jesus.

Contrastando com as construções luxuosas e as hospedarias erguidas no fausto e na ostentação, Ele veio ter com a Humanidade numa gruta modesta de calcário nas cercanias de Belém, numa noite arrebatadora de estrelas fulgurantes em verdadeira orquestração de luzes.

Ao invés da presença da elite em torno do seu berço e dos destacados administradores do país, esteve cercado pelos pais e pelos animais domésticos que dormiam na modesta brecha da Natureza.

O vento frio que soprava no exterior não perturbava o aquecimento pela fogueira no pequenino espaço em que Ele dormia.

Nada obstante, uma insuperável musicalidade angélica esparzia as vibrações harmônicas em toda parte, anunciando a chegada à Terra do Seu Rei e Senhor.

Nunca mais o opróbrio ganharia prêmios nem se destacaria nas comunidades humanas, porque Ele viera para que os oprimidos experimentassem o arrebentar das grilhetas, os vencidos pudessem respirar o ar balsâmico da liberdade, os infelizes tivessem ensejo de cultivar a esperança e os abandonados recebessem carinho onde quer que se encontrassem.

Jesus foi o Homem que demarcou a História com a Sua presença, assinalando-lhe todos os fastos antes e depois da Sua estada entre nós.
Mais tarde, atendendo às injunções tradicionais, Seus pais levaram-nO ao Templo, onde foi reconhecido como o Messias e distinguido por Simeão e Ana que logo O identificaram.

Ainda jovem, retornou ao grande santuário durante as celebrações da Páscoa, que mais tarde se tornarão trágicas, enfrentando os astutos sacerdotes num diálogo extraordinário, a todos confundindo com a Sua palavra excepcional.

(...) E, posteriormente, saiu a ensinar o amor e a vivê-lo em toda a sua gloriosa dimensão, modificando a paisagem humana do planeta que, embora ainda não haja absorvido todos os Seus ensinamentos, caminha, inexoravelmente, para o clímax após a transição que hoje experimenta.

Jesus não é um símbolo da grandeza do amor, mas o Amor mesmo em nome do Pai, alterando a legislação dos homens, sempre interesseiros, e da governança, invariavelmente injusta, em novas condutas para a felicidade dos povos.

Sob todos os aspectos considerados, é excepcional o Seu ministério terrestre e incomparável a Sua dedicação.

Ruiu o Império Romano, outros o sucederam, modificaram-se as organizações terrestres, a Sua doutrina foi ultrajada pelos interesses mesquinhos dos infiéis seguidores, mas ela permanece imutável na mensagem moral de que se reveste, renascendo sob outras formas de dedicação e de caridade, como caminhos de autoiluminação e de vida para todas as criaturas.

Logo mais, celebrar-se-ão as festas evocativas daquela noite inexcedível.

Faze silêncio de oração e deixa-te mimetizar pelo psiquismo do Mestre a quem amas, dedicando a tua existência ao serviço de amor, nestes tormentosos dias da Humanidade.

Não permitas que o Natal seja apenas uma festa vulgar de trocas de presentes e de comilanças, mas, sobretudo, de espiritualidade, contribuindo para que a dor seja menos sofrida e o desespero ceda lugar à alegria em memória dEle, o Conquistador inconquistado.

Joanna de Ângelis.
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de setembro de 2011, na Mansão do Caminho, em Salvador, Bahia.
Em 27.01.2012.

Mensagem extraída do site: http://www.divaldofranco.com/mensagens.php?not=269